A que lugar temos ido a passos largos? Cuidemos para que nossas pernas, em nos obedecendo, nos levem onde realmente queremos ir.
A que imagens nossa visão tem-se direcionado com insistência? Estejamos vigilantes aos nossos olhos para que eles, olhando para o que realmente queremos enxergar, capte as boas energias, mantendo nossas mentes puras e nossos objetivos sempre em foco.
A que evidências nossos narizes têm cheirado, e a que situações nossas línguas têm degustado? Atentemos para saber e participar do que realmente nos interessa.
Que pensamentos e sentimentos temos abrigado em nossas mentes e corações? Acostumemo-os à presença da sabedoria e do amor, tornando-os resistentes e imunes às investidas da mesquinheza.
A quais conversações nossos ouvidos e nossas bocas têm se pronunciado? Tomemos o controle de nossas comunicações, para notarmos o que realmente queremos ouvir e dizer o que realmente gostaríamos de falar.
O que temos feito de nossas faculdades transcendentais? O telefone é nosso, é de nossa alçada a permissão de quem utilizá-lo, sempre em favor do próximo. É um privilégio? Não, é uma missão.

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